quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Bolívia rompe relações diplomáticas com Israel


O governo da República da Bolívia rompeu oficialmente relações diplomáticas com o governo de Israel como mostra de condenação do ataque covarde de Israel aos palestinos. Num breve comunicado, o presidente Evo Morales solicitou que seja retirado o Prêmio Nobel da Paz de Shimon Peres, atual presidente de Israel.

Finalmente começamos a ver que nem todos governantes do mundo consentem o genocídio promovido por Israel. Viva a Palestina e a heróica resistência de seu povo!

PELO FIM IMEDIATO DOS CRIMES DE GUERRA NA FAIXA DE GAZA! PELA CONDENAÇÃO DOS CRIMINOSOS! (Nota política do PCB)

O PCB saúda o Conselho de Direitos Humanos da ONU, por sua inequívoca condenação a Israel, por ampla maioria, pela violação de leis internacionais, com a designação de uma missão especial para investigar os crimes de guerra praticados, como assassinato indiscriminado de civis, utilização de armas e produtos químicos proibidos e bombardeios contra comboios com ajuda humanitária.

Neste caso, consideramos positiva a postura do Brasil, votando a favor dessas resoluções, ao lado de Rússia, China e de todos os países da América Latina que participam do organismo. Esta posição se insere na tradição da política externa brasileira de contribuir para a paz mundial e a multipolaridade, tendo como objetivo central a abertura de mercados para a burguesia brasileira e a afirmação do Brasil como potência, nos marcos das disputas interimperialistas.

Nesta lógica, há casos em que a ação brasileira é positiva, como neste e no de Cuba, e outros em que é de natureza imperialista, como os emblemáticos casos do Haiti e do Paraguai, entre outros.

Finalmente, após um longo período de omissão do governo, o Ministro Celso Amorim foi instado a dirigir-se ao Oriente Médio, onde cumpre profícua agenda pela paz, manifestando-se em solidariedade ao povo palestino, inclusive reclamando o imediato cumprimento das resoluções da ONU ignoradas por Israel, Estado fora da lei que se garante nos vetos e no apoio político e logístico de seu verdadeiro comandante, o imperialismo estadunidense.

Nos próximos dias, a agressividade israelense tende a aumentar. Pelo seu cronograma original, a resistência palestina já deveria ter se rendido. O plano era ocupar a Faixa de Gaza, de forma rápida e inconteste, antes da posse de Obama, para evitar que este, precocemente, tenha que revelar que suas garras são exatamente iguais às de Bush, atrapalhando o projeto de mostrar um rosto novo e brando do império. Outro possibilidade para garantir uma posse tranqüila a Obama é um conluio das superpotências para tentar impor à resistência palestina uma paz de cemitério.

Diante destes riscos, deve-se reforçar no mundo a mobilização contra o holocausto promovido por Israel e em solidariedade aos palestinos, ampliando as ações de massa e a pressão sobre governos cúmplices, omissos ou vacilantes.

Por outro lado, a importante decisão do Conselho de Direitos Humanos da ONU legitima a possibilidade, em âmbito mundial, de as organizações sociais e políticas e personalidades solidárias à Palestina e defensores da paz entre os povos iniciarem imediatamente uma ampla campanha internacional para levar ao banco dos réus dos Tribunais Internacionais os governantes israelenses, que não passam de criminosos contra a humanidade.

- PELO FIM IMEDIATO DOS CRIMES DE GUERRA NA FAIXA DE GAZA!

- PELA CONDENAÇÃO DOS CRIMINOSOS!

- PELA RETIRADA DAS TROPAS ISRAELENSES!

- PELO RECONHECIMENTO DO ESTADO PALESTINO!

Rio, 14 de janeiro de 2009
PCB – Partido Comunista Brasileiro

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Curitiba: manifestação contra o ataque covarde de Israel aos pelstinos. UJC: presente! PCB: presente! (09/01/09)










Pronunciamento do PCB na manifestação:


Nós do PCB – Partido Comunista Brasileiro – prestamos a nossa solidariedade ao povo palestino e iniciamos o nosso pronunciamento com uma frase de Che Guevara, Che dizia que devemos “Ser sempre capaz(es) de sentir profundamente qualquer injustiça cometida contra qualquer um em qualquer parte do mundo. É a qualidade mais linda de um revolucionário.”

Felicitamos todos que repudiam o ataque covarde de Israel á Palestina, e encontramos pessoas no mundo inteiro que se solidarizam o povo palestino: em toda Europa, nos países árabes, na América latina e demais localidades; mas entre todas as manifestações destacamos a Venezuela que baniu o embaixador de Israel, numa atitude louvável, e ao Partido Comunista de Israel que, numa prova de internacionalismo, corajosamente protestou dentro do território de Israel, mostrando que nem todos judeus concordam com o ataque covarde aos palestinos.

Nós do PCB repudiamos o massacre criminoso que está ocorrendo na Faixa de Gaza, promovido pelo Estado sionista de Israel que, sob o pretexto de combater o terrorismo, ataca pessoas indefesas, em sua grande maioria crianças e mulheres palestinas que moram na região, vítimas de bombas jogadas sobre casas, escolas e locais de trabalho. Tecnologias militares modernas são usadas covardemente contra um povo proibido de ter forças armadas convencionais e de obter armamento para se defender.

O governo israelense promove mais uma vez a tática de "ataques preventivos" tão propalada no Governo Bush, aumentando a violência contra o povo palestino que há décadas tem sua nação dividida e usurpada pela partilha imperialista de seu legítimo território e que, no caso da Faixa de Gaza, é palco de privações de todo o tipo, devido ao criminoso embargo promovido pelo governo israelense.

Os ataques ocorridos nesses últimos dias já mataram quase 1.000 pessoas e deixaram mais de 2.000 feridos, muitos em estado grave. Parte da região está sem energia elétrica afetando o funcionamento de hospitais.

Pela dimensão do ataque e a generalização inescrupulosa do bombardeio, pode-se garantir que este já é um dos maiores genocídios praticados por armamento de guerra em tão pouco tempo nesse inicio de século. O terrorismo de Estado promovido pelo governo israelense, ao invés de por fim à crise na região, só a aprofunda.

O PCB condena veementemente a carnificina promovida pelo Estado sionista de Israel contra a população palestina e conclama as entidades e organizações populares, democráticas e antiimperialistas a se manifestarem em atos públicos em solidariedade ao povo palestino. Exige também do governo brasileiro que condene com firmeza a infame agressão que, se não for detida imediatamente, pode descambar numa invasão ao território palestino, não com objetivo de ocupação (que já existe na prática), mas de provocar o extermínio desse valoroso povo, que não se curva ao sionismo e ao imperialismo e que merece a mais irrestrita solidariedade dos povos do mundo todo.

Todos os brasileiros não podem se dar ao luxo de que não tem nada a ver com o que está acontecendo com os palestinos, pois vivemos em país rico, de dimensões continentais e com um povo extraordinário e trabalhador e que em algum momento pode ser alvo da máquina militar imperialista do EUA, que atualmente vem armando a Colômbia e reativou a quarta frota.

Nós comunistas acreditamos que apenas um mundo sem fronteiras, em que todos possam transitar e desfrutar livremente colocará fim à todas as guerras e trará a paz duradoura; somente quando acabarmos com o modo de vida capitalista, que depende das guerras para existir, teremos uma sociedade fraterna em que as guerras não existirão mais.

- Pelo fim imediato dos ataques à Faixa de Gaza!
- Pela retirada imediata das tropas de Israel de Gaza!
- Pela criação do Estado da Palestina!
- Que o governo Lula rompa relações diplomáticas e comercias com Israel e não assine o Tratado de Livre Comércio com Israel aprovado pelo MERCOSUL!
- Pela retirada imediata das tropas brasileiras do Haiti!
- Viva o internacionalismo proletário e a heróica resistência do povo palestino!

domingo, 11 de janeiro de 2009

O GOVERNO BRASILEIRO E O HOLOCAUSTO PALESTINO (Ivan Pinheiro*)

A denúncia que fiz sobre a omissão do governo brasileiro frente ao holocausto palestino provocou polêmica. Não era para menos. Ao mesmo tempo mexi em duas feridas que incomodam alguns setores da esquerda brasileira: o caráter do Estado de Israel e o governo Lula. Tenho recebido algumas críticas, a maioria fraternas e bem intencionadas.



O repúdio mundial ao massacre no Gueto de Gaza tem inibido os que se indignam diante de qualquer crítica a Israel. Depois que até escolas e comboios da ONU com ajuda humanitária foram bombardeados, fica difícil reduzir a crítica ao "exagero" de Israel. O mesmo "exagero" cometem os protetores e mandantes de Israel, os Estados Unidos, no Iraque e no Afeganistão. Está cada vez mais claro que se trata de uma política imperialista de extermínio do povo palestino e de ocupação do seu território.



Mas os lulistas (**) e os que ainda se iludem com Lula o defendem com os seguintes argumentos:

- o governo brasileiro criticou Israel por praticar terrorismo de Estado;

- o Ministro Celso Amorim está a mil por hora, em gestões pela paz.



Na realidade, quem fez essa crítica justa a Israel, em entrevista a uma revista, foi Marco Aurélio Garcia, dirigente petista e assessor pessoal de Lula, sem qualquer cargo oficial no governo. Não foi o governo. A própria direção do PT havia divulgado uma nota condenando Israel, que infelizmente ficou na retórica. Na manifestação desta quinta-feira aqui no Rio,amplamente convocada, não se viu uma bandeira do PT e nenhum parlamentar ou dirigente deste partido.



Mas diante da reação do lobby sionista, Marco Aurélio mandou uma carta para o jornalista Merval Pereira, que ontem a publicou em sua coluna. O assessor de Lula se diz espantado por "um comentário seu ter sido apresentado como posição do governo". Para não o acusarem de não condenar também os erráticos morteiros artesanais que a resistência palestina joga nos territórios que foram roubados de seu povo, ele empata: "mas que fique claro: condeno todos os terrorismos".



Quanto ao Ministro Celso Amorim – do andar de cima deste medíocre ministério -, só agora foi acionado para interromper suas férias em Portugal. A partir de hoje, quinze dias após o início da agressão israelense, ele viaja para contatos no Oriente Médio.



Mas o próprio Lula explica seu silêncio diante do extermínio no campo de concentração de Gaza. Em entrevista à revista Piauí, concedida em 18 de dezembro, antes de suas férias, ele declara que, "para não ter azia", não lê jornais, sítios de notícias e revistas e nem assiste televisão, só se informando em conversas com assessores e pessoas que recebe em seu gabinete.



Está explicado. Se Lula não tem acesso aos meios de informação quando está trabalhando em Brasília como é que vamos querer que ele se informe no relaxante litoral baiano, de onde só hoje se despede, no clima de Toquinho e Vinicius:



O velho calção de banho, o dia prá vadiar!



(*) Ivan Pinheiro é Secretário Geral do PCB;



(**) lulistas não são necessariamente petistas; os há em outros partidos e sem partido. Nem todo petista é lulista; há os que mantêm reservas a alguns aspectos do governo Lula;

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

A criminosa omissão do governo brasileiro diante do holocausto palestino (07/01/09)


O presidente Lula mergulha em Fernando de Noronha

(Ivan Pinheiro*)

O Presidente Lula e Dona Marisa continuam curtindo as bucólicas praias privativas da Marinha brasileira. Saíram há dias de Fernando de Noronha e, neste momento, estão no paradisíaco litoral baiano, perto de onde passaram alguns dias o Presidente Sarkosy e Carla Bruni, a nova primeira dama francesa.

Apesar do perfil de revista Caras (um playboy e uma modelo), o romântico casal francês terminou cedo suas férias. Anteontem, Sarkozy estava em Ramallah, território palestino da Cisjordânia, em reunião com Mahmoud Abbas, o Presidente da Autoridade Nacional Palestina. Nos últimos dias, passou pela Síria, por Israel, pelo Líbano e o Egito. Largou o calção de banho e sua camisa listrada e saiu por aí, roubando a cena, num quadro mundial em que prevalece o silêncio cúmplice dos governos frente à chacina que promove Israel na Faixa de Gaza. Sarkozy está capitalizando, para si e para os interesses imperialistas que representa, uma paz de cemitério, para legitimar a progressiva ocupação israelense dos territórios palestinos. Israel morde e ele assopra.

Enquanto Hugo Chávez tenta corajosamente uma contra-ofensiva mundial em solidariedade à Palestina, Lula só volta da praia no dia 12! Quinze Ministros aproveitaram a ausência do chefe para esticar o feriadão. O governo entrou em férias coletivas, deixando uma equipe de plantão.

É lamentável que tenham ficado apenas na retórica as declarações de Lula, na emoção do réveillon, quando criticou corretamente a ONU por se render ao veto unilateral dos Estados Unidos, apesar de só ter reclamado do "exagero" da reação israelense, como se fosse possível pedir ao leão que seja razoável ao atacar seus rivais na floresta.

Imaginem o peso político que poderia jogar o Brasil, num cenário em que só uma ampla pressão mundial é capaz de deter a mortífera máquina de guerra imperialista israelense, que fez do Gueto de Gaza um imenso Carandiru (**), onde as tropas que vigiavam os presos resolveram entrar atirando.

Ontem chegou a cem o número de crianças assassinadas.

É para isso que Lula sonha com uma cadeira para o Brasil no Conselho de Segurança da ONU? Ou será que esta criminosa omissão é o preço de um prêmio por bom comportamento?

* Ivan Pinheiro é Secretário Geral do PCB.
** Carandiru – penitenciária brasileira desativada, em que a polícia acabou com uma rebelião matando centenas de presos.

“Assim se morre sem socorro”: o testemunho dos médicos voluntários que estão na Faixa de Gaza

Médicos e enfermeiros da organização humanitária Médicos Sem Fronteiras contam a própria experiência nas zonas inacessíveis a imprensa

Segundo os dados oficiais, 50% das vítimas registradas desde o inicio da ofensiva terrestre na faixa de Gaza è constituído por mulheres e crianças. Ao mesmo tempo, o acesso aos feridos foi gravemente impedido. Os membros da equipe dos MSF perderam muitos familiares por causa dos bombardeamentos, enquanto outros tiveram que abandonar as próprias casas. Um médico palestino dos MSF e Cecile Barbou, coordenadora medica do MSF na faixa de Gaza, foram contatados telefonicamente.
Um médico palestino dos MSF: “No dia 5 de Janeiro em gaza, foi atingida uma ONG sanitária local. Perto do bairro onde vivo destruíram quatro ambulâncias, antigidas quatro vezes por um F-16.
A explosão destruiu um edifício perto da minha casa, na qual perderam a vida 10 pessoas da mesma família, sobretudo mulheres e crianças. Era mas 6.30 da manhã. Agora acabaram de atingir uma estufa para a cultivação de verduras aqui perto.
Estamos todos completamente exaustos. Eu estou exausto porque tenho uma família, e acordamos por causa das bombas, dormimos sob os bombardeamentos. E não sabemos quando as bombas caem.
A maior parte da vitimas são civis, em grande parte são crianças, e o numero continua a crescer. Existe um grande problema para o acesso e para evacuar os feridos e mortos nas zonas atingidas, as ambulâncias não conseguem chegar nas zonas que devem ser evacuadas. Por isso a maior parte das vitimas durante a ofensiva terrestre morreram por causa das feridas sem que ninguém pudesse salvá-las e levá-las para um hospital.
Ontem, ambulâncias conseguiram evacuar os feridos do dia precedente e muitos feridos eram graves. Talvez tenham sido feridos levemente ou moderadamente, mas a causa da perda de sangue e da falta de acesso à cuidados médicos se encontram agora em uma situação muito grave e critica.
Por 10 dias o hospital de Shifa efetuou sozinho 300 operações cirúrgicas importantes – amputações, cirurgias vasculares e ortopédicas. Acho que os médicos estão completamente exaustos, estão fazendo o melhor que podem, trabalham 24 horas por dia, sem noticias da própria família. Isto pode se rum problema nos próximos dias. Todos nos temos limites.”

Ceceai Babou, coordenadora medica do MSF na faixa de Gaza: “Desde o inicio da ofensiva terrestre, quatro membros do nosso staff foram atingidos diretamente. Uma colega ficou presa nos escombros da própria casa e conseguiu sair sem feridas, mas ela teve muita sorte. Um outro colega viu metade da própria família morrer na sua frente e teve enorme dificuldade para evacuar o restante da sua família.
A jovem filha de uma outra colega foi ferida no ombro, foi operada e agora está bem, a irmã de um outro colega foi atingida no abdômen, também foi operada e esta bem.
Mas tudo mudou. Podemos afirmar que o nosso staff estava em uma situação de insegurança no início, mas agora se encontra em uma situação muito, muito complicada”.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Israel usa armas químicas proibidas pela Convenção de Genebra



As forças armadas de Israel estão utilizando bombas químicas de fósforo branco (como as da foto acima), que são proibidas pela Convenção de Genebra de 1980 devido às graves queimaduras que causa nas pessoas situadas em seu raio de alcance. Esta substância provoca queimaduras diferentes das do fogo que conhecemos, ela penetra na pele e chega até os órgãos internos, queimando tudo. Estas bombas tem efeitos devastadores, pois a Faixa de Gaza é uma das regiões mais densamente povoadas do Planeta. Israel está cometendo crimes de guerra terríveis que devem ser repudiados por toda humanidade.

Venezuela expulsa o embaixador de Israel em protesto ao genocídio cometido contra os palestinos



Através de um comunicado do Ministério do Poder Popular para as Relações Exteriores, o governo venezuelano tomou a decisão de expulsar o embaixador de Israel da República Bolivariana da Venezuela em protesto aos ataques à Faixa de Gaza. "Nesta hora trágica e indignante, o povo da Venezuela manifesta sua solidariedade irrestrita com o heróico povo palestino, comunga na dor que acomete milhares de famílias que perderam seus entes queridos, e lhes estende a mão ao afirmar que o governo venezuelano não descansará até ver severamente castigados os responsáveis por estes crimes atrozes".

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Curitiba: protesto contra o ataque de Israel ao povo palestino


Nesta sexta-feira (09/01/09), às 11:00 horas da manhã, em frente ao prédio da Universidade Federal do Paraná, na Praça Santos Andrade, está marcada uma manifestação contra o ataque covarde do Estado fascista de Israel contra o povo palestino. Todos aqueles que são contra a barbárie da guerra são bem vindos para participarem da manifestação.

Bolívia livre do analfabetismo



NO DIA 20, a Bolívia se tornará o terceiro país da América Latina a erradicar o analfabetismo. O primeiro foi Cuba, em 1961. Depois, foi a vez da Venezuela, em 2005. E, justamente com a ajuda de cubanos e venezuelanos, o governo do presidente Evo Morales, em menos de três anos, pôde ensinar 820 mil pessoas a ler e escrever. O método utilizado foi o Si, yo puedo, criado pela Revolução Cubana, que também contribuiu com assessores e equipamentos.

Leia mais em: http://www.brasildefato.com.br

Sentir o sofrimento do povo Palestino...



"Ser sempre capaz de sentir profundamente qualquer injustiça cometida contra qualquer um em qualquer parte do mundo. É a qualidade mais linda de um revolucionário."
(Che Guevara)