
Fundada em primeiro de agosto de 1927. OUSAR LUTAR! OUSAR VENCER!
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
XIV Congresso Nacional do PCB é notícia no jornal do Partido Comunista Venezuelano (PCV)
NOTA SOBRE O CONGRESSO DO PCB PUBLICADA NO JORNAL DO PCV:
XIV Congresso do Partido Comunista Brasileiro
Rio de Janeiro - Sob o lema da Reconstrução Revolucionária será realizado, de 9 a 12 de outubro, o XIV
Congresso Nacional do histórico Partido Comunista Brasileiro (PCB). O Rio de Janeiro sediará os quase trezentos delegados eleitos em cada um dos Estados do país latinoamericano.
O temário estabelecido para o debate de quatro dias é: Capitalismo hoje; Socialismo: Balanço e perspectivas; Estratégia e Tática para a Revolução Brasileira; Estatutos do Partido; Declaração Política; e Eleição do Comitê Central.
Durante estes dias de outubro culminará o processo congressual que passou por várias etapas, começando pelo registro de militantes encerrado em 10 de junho, passando pelos Congressos Municipais que se realizaram de junho a agosto, os Congressos Regionais em setembro, e as Tribunas de Debates de maneira contínua até este mês de setembro. Como ante-sala ao XIV Congresso Nacional, nos dias 8 e 9 de outubro será realizado um Seminário Internacional com o tema América Latina – Desafios da luta anti-imperialista, do qual participarão diferentes delegações internacionais convidadas.
Na representação do Partido Comunista da Venezuela (PCV) estará Carolus Wimmer, Membro do Bureau Político e Secretário de Relações Internacionais, que fará uma palestra no Seminário Internacional e participará de diversas atividades organizadas pelo PCB, ajudando a aprofundar as estreitas relações bilaterais que existem entre os dois Partidos irmãos.
Nas Teses ao XIV Congresso Nacional é ressaltado que “a história do PCB se confunde com a busca de uma estratégia para a revolução brasileira. Desde a sua fundação, em 1922, nosso Partido tratou de (…) responder às questões essenciais que nos levariam a formular as formas pelas quais se poderia passar à revolução socialista.”
“O objetivo estratégico do PCB – ressaltam as suas Teses - é a conquista do poder político pela classe operária e seus aliados fundamentais, organizados no bloco histórico do proletariado, cujo objetivo central é a construção da sociedade socialista, período transitório para a emancipação do proletariado na sociedade comunista.”
”Para os comunistas, a conquista do poder político implica dois aspectos fundamentais: a) a participação das massas populares como sujeitos da ação histórica para as transformações sociais e políticas; b) a organização e o fortalecimento do instrumento revolucionário capaz de dirigir a disputa pela hegemonia na sociedade, baseado nos princípios do marxismo-leninismo”.
PCB NA TV:
NESTA QUINTA-FEIRA
Dia 1º de outubro
(quinta-feira)
De 20:30 às 20:35 h
- Crise do capitalismo e atualidade do socialismo;
- Frente anti-capitalista;
- Reestatização da Petrobrás;
- União da Juventude Comunista;
- XIV Congresso Nacional do PCB;
- Solidariedade Internacional.
Pronunciamentos de Ivan Pinheiro (Secretário Geral), Mauro Iasi (Comitê Central), militantes e convidados.
- cadeia nacional de TV aberta: de 20:30 às 20:35;
- cadeia nacional de rádio: de 20:00 às 20:05 h
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
HONDURAS: ALI É ENGENDRADA UMA REVOLUÇÃO - Por Fidel Castro

Os líderes mundiais expuseram temas de grande interesse e complexidade. Eles refletiram a magnitude das tarefas que a humanidade tem por diante e quão escasso é o tempo disponível.

FRENTE NACIONAL DE RESISTENCIA CONTRA EL GOLPE DE ESTADO - Comunicado No. 24

quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Somos todos Honduras!

Deter a repressão, restabelecer a ordem constitucional.
Frente ao retorno do Presidente legítimo de Honduras, Manuel Zelaya, a seu país, as entidades abaixo manifestam mais uma vez seu apoio e respaldo ao restabelecimento da ordem constitucional nesse país irmão.
Repudiamos a resposta repressiva do regime golpista às massivas mobilizações populares que vêm ocorrendo em Honduras. Não se pode nem se deve negar, por meio de repressão armada e estabelecimento de toque de recolher, o direito de milhares de hondurenhos a continuarem manifestando-se pelo restabelecimento da ordem democrática em seu país.
Exigimos o pleno respeito às garantias constitucionais e à integridade física de cada um dos manifestantes, bem como a garantia de vida para o Presidente Zelaya e sua família; exigimos também a garantia da soberania territorial da embaixada brasileira em Honduras, onde permanecem resguardados.
Ao mesmo tempo, denunciamos a perseguição de diversos dirigentes da sociedade civil organizada, como as ações levadas a diante pelo regime golpista para interferir nos meios de comunicação e gerar informações confusas, mediante a interrupção de programas de televisão e rádio, dos serviços de telecomunicações e da energia elétrica na região onde se encontra a embaixada brasileira em Honduras.
No decorrer destas últimas semanas, a unidade das forças populares em resistência, junto com o apoio dos movimentos sociais e organizações da sociedade civil em todo o continente, a oposição de alguns governos, tem tornado possível evitar até agora a consolidação e o reconhecimento do regime golpista. Reiteramos nosso compromisso e conclamamos a todos os movimentos sociais, aos governos latinoamericanos e caribenhos, a redobrarem seus esforços em solidariedade ao povo hondurenho diante desse momento decisivo que estão enfrentando. É o futuro dos povos latinoamericanos e caribenhos que hoje está em jogo em Honduras.
Hoje, todos somos Honduras!
Rio de Janeiro, 24 de setembro de2009
Via Campesina – MST - ANEL – Casa América Latina – CECAC – CMP – Conlutas – Consulta Popular – IDDH – Intersindical – Jubileo Sur/Brasil – Morena – MST – MTD – Núcleo Socialista de Campo Grande – PACS – PCB – PSOL – PSTU – UJC
Haiti: Tropas de ocupação da ONU são denunciadas por maltratos, roubos e homicídios

A MINUSTAH mais uma vez no banco dos réus
na fronteira com a República Dominicana.
também por autoridades locais da fronteira e habitantes de bairros populares da
Capital do país.
que exige a saída da missão de estabilização do país, missão esta que organizações
sociais e estudantes da Universidade do Estado do Haiti qualificam como “força de
ocupação”. [CONTINUA... CLIQUE AQUI PARA LER TODA MATÉRIA EM PDF]
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
As reservas brasileiras de petróleo são para resolver nossos problemas sociais, não para enriquecer as multinacionais (Nota Política do PCB)

As reservas anunciadas da camada pré-sal são de grande magnitude, capazes de sustentar o consumo brasileiro e de possibilitar grande volume de exportações pelos próximos 20 anos, igualando o Brasil aos grandes produtores do Oriente Médio e possibilitando uma maior autonomia brasileira em relação aos países capitalistas desenvolvidos. É uma boa notícia, nestes tempos de crise econômica internacional.
A produção do pré-sal oferece perspectivas de lucros extremamente elevados. Se depender apenas do interesse das multinacionais e dos acionistas privados – donos de quase 70% das ações da Petrobrás – a exploração será intensa e de curto prazo.
A proposta de marco regulatório para o setor apresentada pelo Governo Lula - sem ouvir previamente os movimentos sociais e a população em geral - está aquém das necessidades nacionais e populares, mesmo apontando para o regime de partilha, no caso do pré-sal.
Ainda que este não seja o melhor sistema de contratação de empresas privadas para compartilhamento dos investimentos e da produção, supera o modelo hoje vigente, de controle privado sobre as reservas (na forma de concessões). No entanto, lamentavelmente, fazendo-se o jogo das grandes empresas petrolíferas multinacionais, este modelo de concessão será mantido para as áreas fora do pré-sal e até para 28% da própria região do pré-sal, já leiloadas pela famigerada ANP, dirigida pelo PCdob.
A criação de um Fundo Social para investimentos em áreas sociais é um ponto positivo, desde que gerido com participação popular. A proposta de capitalização da Petrobrás pode vir a ser um limitado aspecto positivo, desde que signifique maior controle das ações da empresa pelo Estado brasileiro.
O projeto aponta também para a criação de uma nova empresa estatal para intermediar os
contratos de exploração do óleo do pré-sal, o que, a nosso ver, é desnecessário, uma vez que a Petrobrás dispõe de toda a capacitação para executar estas operações. Mais ainda, a tendência é que, ao serem discutidas no Congresso Nacional, as propostas sofram emendas das bancadas privatistas para torná-las ainda mais favoráveis aos interesses do grande capital.
Este é um risco para o qual devemos estar atentos, pois a prática do governo Lula tem sido a conciliação de classes, com recurso a “balões de ensaio” e propostas aparentemente elevadas, apresentadas para posterior negociação. A proximidade das eleições de 2010, em que Lula é refém do PMDB e outros setores burgueses, agrava este risco.
Neste caso pode estar o anúncio de que a Petrobrás venha a ter direito a, no mínimo, 30% das áreas a serem oferecidas para exploração. Esta é uma proposta rebaixada para os que defendemos o monopólio estatal do petróleo, mas mesmo assim o principal alvo das críticas dos agentes do capital, que acusam de “estatizante” o mesmo governo Lula que acaba de aumentar para 20% o percentual de ações do Banco do Brasil negociado na Bolsa de Nova Iorque, exatamente a mesma medida adotada por FHC, em seu governo, em relação à Petrobrás, aliás mantida até hoje pelo atual Presidente.
O nosso petróleo deve ser visto como uma riqueza dos trabalhadores brasileiros, a grande maioria da população. Assim, a forma, o controle, o ritmo e a destinação das receitas provenientes da exploração do petróleo devem ser objeto não apenas de amplo debate mas principalmente de ação direta dos movimentos organizados dos trabalhadores.
Consideramos que a Petrobrás, pioneira na tecnologia de perfuração de poços em águas profundas, não precisa de sócios privados para explorar nosso petróleo, pois reúne todas as condições técnicas para assumir a totalidade dos trabalhos de exploração. Mesmo se houvesse necessidade de complementação dos esforços da Petrobrás para a exploração das reservas, deveria ser adotado o modelo de prestação de serviços e não de partilha.
O PCB defende a reestatização da Petrobrás para que, sob controle dos trabalhadores, todos os
ganhos provenientes da exploração do petróleo possam ser investidos nas áreas sociais e em pesquisas para o desenvolvimento de tecnologias alternativas e renováveis para a produção de energia.
Defendemos também o fim da entreguista ANP, a suspensão imediata dos leilões de reservas petrolíferas e a retomada das áreas já licitadas, com a retomada do monopólio estatal.
É preciso também ajustar o ritmo da exploração do petróleo, para que as reservas não se esgotem em prazo curto, apenas para satisfazer a sanha de lucro das grandes corporações multinacionais.
A campanha “O Petróleo tem que ser nosso”, que une os mais diferentes segmentos que lutam por soberania e justiça social deve ser fortalecida para que esta disputa se dê nas ruas, pressionando o governo e o Congresso Nacional, nos quais não podemos confiar. Esta é a única alternativa para que se avance, de fato, para que o uso das reservas do pré-sal se volte para os interesses da classe trabalhadora.
O PCB propõe às organizações políticas e sociais que participam desta luta a criação de um amplo movimento de massas que exija a convocação de um PLEBISCITO, para que o povo brasileiro se pronuncie soberanamente sobre a REESTATIZAÇÃO DA PETROBRÁS.
PCB – Partido Comunista Brasileiro
Comissão Política Nacional
Setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
O Grupo de Trabalho do CLACSO afirma que "Até o momento nada indica que a crise tenha chegado ao fundo"

segunda-feira, 21 de setembro de 2009
A luta pela terra continua na Baixada Fluminense

Trabalhadores negociam com advogado do proprietário
Por volta de 13h, os barracos de bambu e lona preta começaram a ser desarmados. Os poucos pertences dos trabalhadores foram retirados. No fim da tarde, um grupo organizado pelo proprietário entrou com tratores para limpar o terreno que havia sido desocupado e houve discussão quando os homens incendiaram os bambus dos trabalhadores que estavam do lado de fora. Já anoitecia quando as famílias se instalaram na beira da estrada, em um barracão coletivo que foi construído às pressas, à margem da propriedade.
INCRA: “GRANDE PROPRIEDADE IMPRODUTIVA”
Elisangela Carvalho e o laudo do INCRA
sábado, 19 de setembro de 2009
Cinema cubano em Curitiba

A vida pública em Cuba me chamou a atenção. As pessoas não são obrigadas a trabalhar tanto como aqui, em alguns setores se trabalha um dia sim, um dia não. Então dá para fazer outras coisas que não só trabalhar! Sou professor e trabalho de segunda a sexta, já no sábado e no domingo... trabalho também! Então você vai para Cuba e vê as pessoas na rua, conversando, as crianças brincando (lembro bem de duas lindas crianças negras jogando beisebol, o esporte nacional cubano, num clima não-competitivo. Aqui em Curitiba vejo muitas catando lixo), operários jogando dominó, lendo jornal, indo nos museus. Não há aqui em Curitiba gente do povo nos museus. Mas lá sim, e nem pagam entrada. As praças públicas, num ato de soberania cotidiana, estão sempre cheias e as pessoas, tranquilas. Nas ruas você pode assistir bandas tocando música cubana, chama a atenção que são todas muito boas. Nas ruas também há apresentações teatrais; dizem que no Brasil tinha e se chamava "mambembe" - lembram? Eu não lembro, pois quando nasci, em 1981, o capitalismo e seu regime ditatorial já haviam arrasado com isso. Ah sim, aqui há aqueles artistas, como a "Cia. do Latão" - maravilhosos e... são de esquerda. Nós já não temos vida pública, é perigoso, você pode ser assaltado, morto, preso por engano pela polícia (aconteceu com um amigo, um conhecido e com o filho de uma colega de trabalho!). Lá não tem essas coisas. Aqui, vida pública só com autorização da burguesia, pois eles são os próprietários dos shoppings, e são também os secretários de segurança pública e podem deslocar a polícia para um determinado local, como o Parque Barigui, e criar a (falsa) sensação de segurança - pois a polícia pode te prender, como eu disse antes.
Até me perguntaram, aqui no Brasil, que horas é o toque de recolher em Cuba. Que absurdo, ficam vendo aquele monte de besteiras na televisão, nos jornais, nas revistas (os aparelhos ideológicos da burguesia) e acham que existe isso lá! "Toque de recolher em Cuba" - que mentira! Mas nós temos o nosso - inforal, mas temos. Aqui perto de casa, por exemplo, a Avenida Presidente Getúlio Vargas (aquele ditador da burguesia), depois que escurece fica bem perigoso.
Se eu fico triste com isso? Claro que não, fico revoltado e a CERTEZA (fé é para religiosos) na causa do socialismo e da revolução só se fortalece. Minha irmã conheceu uma albanesa que disse que liberdade ela tinha quando podia sair de madrugada a pé sozinha, ou voltar da festa a pé com as amigas e nada lhes acontecia. Hoje, restaurado o capitalismo, a liberdade burguesa tomou o lugar da liberdade proletária e a amiga albanesa de minha irmão não pode mais sair depois que escurece, pois é perigoso. Tem que ficar em casa, vendo televisão! Um amigo foi estudar na Polônia, então socialista, e, chegando lá, além do salário para estudar (sim, quem estava na graduação e na pós-graduação recebia salário!) recebeu mais uma verba para COMPRAR ROUPA. "Credo! Que consumismo!" Vai pensar a criatura que não sabe que outro mundo, e bem melhor, é possível. Recebia dinheiro para roupa sim, pois lá - as autoridades polonesas o sabiam - faz bem mais frio que aqui. Nós não temos roupas para o frio da Polônia. Mas isso, junto com o socialismo, acabou; e só voltará com ele - o socialismo.
Quero sair na rua e não ver crianças - nem adultos - pedindo esmolas; quero andar tranquilo, sabendo que não sofrerei violência alguma. Quero viver numa sociedade onde o meu problema é de todos e o problema das outras pessoas são meus e onde todos unidos solidária e fraternalmente resolveremos os problemas. Quero uma sociedade onde eu não fique desempregado e, por causa disso, seja chamado de "vagabundo" - como já aconteceu. Ora essa, o desemprego foi mais umas das terríveis consequencias do capitalismo! Não é por falta de "vontade de trabalhar" que ele existe! Mas também não quero só trabalhar - quero pintar, quero fotografar, quero escrever, quero cuidar das plantas, quero conversar sem pressa, quero amar tranquilo - mas não sozinho, como minoria, como burguês, mas sim como uma conquista social de meus irmãos trabalhadores, onde não somos expropriados do produto de nosso trabalho.
Quero ver a juventude crescer saudável, tranquila com o futuro, sem drogas (vivemos numa sociedade onde não se vive sem drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas), podendo estudar, vivendo em ambientes amistosos, não-competitivos, podendo ter melhores condições para atravessar a difícil transição entre a infância e a idade adulta - a chamada adolescência.
Rodrigo Jurucê
» Dia 19/09
15h – Obataleo (Cinemateca de Curitiba)
16h – Sessão Interativa (Cinemateca de Curitiba)
16h – Retrato de Teresa (Cine Luz)
17h30 – Memórias do Subdesenvolvimento (Cinemateca de Curitiba)
19h30 – A Vida é Assobiar (Cinemateca de Curitiba)
20h – Morango e Chocolate (Cine Luz)
20h30 – El Benny, a Vida de Benny Moré (Cineplex Batel)
» Dia 20/09
15h – Retrato de Teresa (Cinemateca de Curitiba)
16h – Sessão Interativa (Cinemateca de Curitiba)
16h – Memórias do Subdesenvolvimento (Cine Luz)
17h30 – Lista de Espera (Cinemateca de Curitiba)
19h30 – El Cuerno de la Abundancia (Cinemateca de Curitiba)
20h – Kangamba (Cine Luz)20h30 – Mesmo que Esteja Longe (Cineplex Batel)
» Dia 21/09
15h – Aventuras de Juan Quin Quin (Cinemateca de Curitiba)
16h – Sessão Interativa (Cinemateca de Curitiba)
16h – Retrato de Teresa (Cine Luz)
17h30 – Vídeo em Família (Cinemateca de Curitiba)
19h30 – Bairro Cuba (Cinemateca de Curitiba)
20h – Morango e Chocolate (Cine Luz)
20h30 – Roble de Olor (Cineplex Batel)
» Dia 22/09
15h – Alice no Povoado de Maravilhas (Cinemateca de Curitiba)
16h – Sessão Interativa (Cinemateca de Curitiba)
16h – Memórias do Subdesenvolvimento (Cine Luz)
17h30 – Vampiros em Havana (Cinemateca de Curitiba)
19h30 – Outra Briga Cubana contra os Demônios e o Mar (Cinemateca de Curitiba)
20h – Kangamba (Cine Luz)
20h30 – A Bela do Alhambra (Cineplex Batel)
» Dia 23/09
15h – Lucía (Cinemateca de Curitiba)
16h – Sessão Interativa (Cinemateca de Curitiba)
16h – Retrato de Teresa (Cine Luz)
18h – Três vezes Dois (Cinemateca de Curitiba)
19h30 – Páginas do Diário de Maurício (Cinemateca de Curitiba)
20h – Morango e Chocolate (Cine Luz)
20h30 – Guantanamera (Cineplex Batel)
» Dia 24/09
15h – As Profecias de Amanda (Cinemateca de Curitiba)
16h – Sessão Interativa (Cinemateca de Curitiba)
16h – Memórias do Subdesenvolvimento (Cine Luz)
17h30 – Documentários de Santiago Alvarez (Cinemateca de Curitiba)
19h30 – Suíte Havana (Cinemateca de Curitiba)
20h – Kangamba (Cine Luz)
20h30 – A Idade da Peseta (Cineplex Batel)
» Dia 25/09
15h – Madagascar (Cinemateca de Curitiba)
16h – Sessão Interativa (Cinemateca de Curitiba)
16h – Retrato de Teresa (Cine Luz)
17h30 – Caminho do Éden (Cinemateca de Curitiba)
19h30 – Curtas dos Novos Realizadores (Cinemateca de Curitiba)
20h – Morango e Chocolate (Cine Luz)
20h30 – Lista de Espera (Cineplex Batel)
» Dia 26/09
15h – Montanha de Luz (Cinemateca de Curitiba)
16h – Sessão Interativa (Cinemateca de Curitiba)
16h – Retrato de Teresa (Cine Luz)
17h30 – Cuba, 30 anos depois (Cinemateca de Curitiba)
19h30 – Documentários de Santiago Alvarez (Cinemateca de Curitiba)
20h – Morango e Chocolate (Cine Luz)
20h30 – Hello Hemingway (Cineplex Batel)
» Dia 27/09
15h – Brascuba (Cinemateca de Curitiba)
16h – Sessão Interativa (Cinemateca de Curitiba)
16h – Memórias do Subdesenvolvimento (Cine Luz)
17h30 – Soy Cuba, o Mamute Siberiano (Cinemateca de Curitiba)
19h30 – Soy Cuba (Cinemateca de Curitiba)
20h – Kangamba (Cine Luz)
20h30 – O Corno da Abundância (Cineplex Batel)
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Entre a Constituição e a coligação - Por: Frei Betto

quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Intelectuais revolucionários debatem a revolução brasileira no Rio de Janeiro
ANITA PRESTES,
JOSÉ PAULO NETTO,
MAURO IASI e
VIRGINIA FONTES
O PCB (Partido Comunista Brasileiro) está promovendo um amplo debate na esquerda revolucionária, nos marcos do seu XIV Congresso Nacional (9 a 12 de outubro de 2009).
Numa atitude inédita, a Tribuna de Debates do Congresso está aberta não só aos militantes do Partido, mas a amigos convidados.
Neste dia 24 de setembro, além do professor Mauro Iasi (Comitê Central do PCB), os professores Anita Leocádia Prestes, José Paulo Netto e Virginia Fontes apresentarão seus pontos de vista sobre a principal Tese ao Congresso (A Estratégia e a Tática da Revolução Brasileira), aceitando generosamente o convite do Partido. O moderador das palestras será Ivan Pinheiro, Secretário Geral do PCB.
As Teses e a Tribuna de Debates encontram-se em www.pcb.org.br.
Você é nosso convidado!
No IFCS (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais), da UFRJ, Salão Nobre – 2º andar
Largo de São Francisco – Centro
Promoção:
Partido Comunista Brasileiro (PCB)
Fundação Dinarco Reis
Instituto Caio Prado Jr.
II Plenária estadual da campanha "O petróleo tem que ser nosso!" Participe!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
A REVISTA VEJA E O MST - por: Laerte Braga

Entender o papel que a revista (com o perdão da palavra) VEJA cumpre dentro dos
“negócios” no Brasil é simples. Assim como receber a tarefa de escrever sobre o martírio
de Cristo na sexta-feira santa e ficar aguardando a determinação do dono sobre se é para
ser contra ou a favor.
Revistas como VEJA, ÉPOCA e jornais como O GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, ou
redes de tevê nacionais, a grande mídia de um modo absoluto, são instrumentos da
classe dominante. Não importam os fatos, mas a versão. E quem paga. São sempre os
donos que pagam.
Esse não é um fenômeno só do Brasil. Governos latino-americanos como o do presidente
Hugo Chávez enfrentam o desafio de vencer essa batalha, a maior dentre todas na luta
popular. A da comunicação.
dos Trabalhadores Rurais sem Terra) numa versão brasileira da Al Qaeda. Não é a
primeira vez que faz isso. Em 1999, com os recursos que a tecnologia permite, publicou a
foto do líder do movimento, João Pedro Stedille sugerindo-o um demônio.
assentamentos, denúncias de fartos recursos a partir de fartas transferências do governo
Lula, tudo num único objetivo, o de evitar a discussão e o debate de questões
fundamentais como a reforma agrária, a política agrícola de favorecimento ao
agronegócio e agora, especificamente, a revisão e atualização dos índices de
produtividade. É uma determinação legal e deve ser feita de dez em dez anos.
FHC e patrão de Gilmar Mendes (que já cobrou, de forma intempestiva do governo
providências contra o MST) VEJA tratou de desmoralizar a ação do delegado afirmando
que havia uma série de escutas ilegais feitas no gabinete de Gilmar e revelou uma delas,
uma suposta conversa com o senador Heráclito Fortes, um dos integrantes da grande
quadrilha tucano/DEMocrata. As gravações nunca apareceram pelo simples fato que
nunca existiram. Foi só uma denúncia infundada, mentirosa e com o objetivo de desviar a
atenção da opinião pública de todo o emaranhado de trapaças de Dantas. Por extensão,
das arbitrariedades de Gilmar à frente do STF DANTAS INCORPORARION LTD (antiga
suprema corte).
que a tática da GLOBO de incriminar e culpar o governo por conta de “irregularidades”
nas pistas do aeroporto de Congonhas falhara, estavam começando a aparecer as
irregularidades sim, mas na aeronave, na manutenção, nos cuidados da empresa com
seus aviões, saiu com uma capa sórdida atribuindo a culpa ao piloto. “O PILOTO É O
CULPADO”.
Tem aquele negócio de jornalistas amigos voarem de graça, ganhar passagem para si e
família em reconhecimento aos “serviços prestados”, essas coisas assim, corriqueiras no
mundo dos “negócios”.
jornalista sério, íntegro nos noticiários da GLOBO) em troca do silêncio sobre um monte
de coisas.
trabalho escravo e especialista em desviar recursos públicos para suas campanhas
eleitorais. É alvo de investigações da Polícia Federal sobre isso. Recursos desviados da
Confederação Nacional da Agricultura para custear sua eleição.
produtividade como prometido ao MST e em obediência à lei, perderia o voto dos
deputados da chamada bancada ruralista (latifundiários) no Congresso Nacional.
mais longe. Quer uma CPI do MST. Um palco onde possa exibir a farsa do agronegócio,
do latifúndio, do trabalho escravo transformados em progresso, em gerador de empregos,
de riquezas e o MST como o grande monstro do atraso ávido de devorar verbas publicas,
comer criancinhas e matar idosos.
todos os brasileiros são senadores e vivem de atos secretos.
apresenta o “bandido” da novela, o MST. Com certeza verbas públicas da Confederação
Nacional da Agricultura (dos latifundiários) ou outra organização dessas especializadas
em lavar dinheiro vão pagar a matéria “jornalística”.
função do mercado, um deus inventado e cultuado desde o primeiro momento da vida,
quando se instalou a luta de classes – opressores e oprimidos, exploradores e explorados
–. O que varia é a forma. O jeito e isso é uma decorrência do aperfeiçoamento dos
garrotes do latifúndio.
lei, cai por terra a grande mentira do agronegócio como mola propulsora da economia e
prosperidade do País. Essa revisão traz como conseqüência a perspectiva de ações de
governo no campo da reforma agrária que contrariam interesses do latifúndio, logo de
VEJA, um dos porta-vozes dessa máfia.
terra como fator de especulação. A que os responsáveis pelo alimento sadio que vai à
mesa dos brasileiros no dia a dia são os pequenos e médios produtores rurais.
nacional na agricultura, no campo alimentar e “alimenta” pessoas. É atender a interesses
da MONSANTO, uma das principais acionistas do Estado brasileiro e assegurar o modelo
político, econômico e social perverso e cruel que o latifúndio e esse conjunto de
“negócios” geram no Brasil e nos chamados países emergentes.
didáticos a governos como o de FHC e agora José Serra em São Paulo, é vender essa
mentira travestida de espetáculo de falsa indignação (muito bem remunerada).
escravas. Não importa que a concentração da terra em mãos de gente como Kátia Abreu
gere fome, transforme o País numa república de banana (lógico, elites econômicas são
apátridas), levam em conta apenas e tão somente os
“negócios”.
canalhas”) e fazer crer que a luta popular é ação corrupta e terrorista.
movimento no campo da educação. Os resultados limpos dos muitos assentamentos
produzindo alimentos limpos e condições de existência, coexistência e convivência dignas
e humanas a trabalhadores e pequenos proprietários rurais.
alienar, seja pelo medo que infunde as pessoas, ou pelo espetáculo que o deus mercado
proporciona transformando a todos em escravos de um modelo político e econômico
falido.
Dorothy e centenas de líderes e trabalhadores rurais. Muitas vezes massacram o que
fizeram em Eldorado do Carajás.
domingo, 13 de setembro de 2009
PCB APÓIA A LUTA DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
O PCB esteve presente na jornada de lutas do dia 05/09, sábado, em Nova Friburgo - RJ, quando o Governador Sérgio Cabral fazia propaganda de seu governo, anunciando a entrega de novas viaturas à PM. Durante seus discursos no palanque montado em frente à Prefeitura Municipal de Nova Friburgo, o prefeito Heródoto Bento de Mello e o governador Sérgio Cabral receberam vaias e um "apitaço" de servidores públicos, na maioria professores do Estado, inconformados com o projeto encaminhado à Assembleia Legislativa do Estado, com o propósito de retirar direitos dos trabalhadores, ao tentar reduzir para 7,5% o índice de reajuste entre os níveis do Plano de Carreira, duramente conquistado ao longo de trinta anos de lutas (O projeto ainda previa a incorporação do Nova Escola em inúmeras prestações "Casas Bahia"), o que já está sendo denominado de "Nova Esmola").
No dia 08/09, no Rio, com a presença do PCB, uma passeata composta por milhares de profissionais da Educação e estudantes percorreu, de forma pacífica, da Candelária até as escadarias da ALERJ, onde os manifestantes foram recebidos, pela tropa de choque de Sérgio Cabral, com bombas de "efeito moral". O estrago promovido pela polícia do Estado, ferindo inúmeras pessoas, já está sendo amplamente divulgado pela mídia. Mas a imprensa não divulgou a vitoriosa passeata, e ainda deu a entender que houve "confronto" entre policiais e manifestantes, quando, de fato, houve tentativa de massacre! Os professores, com sua luta organizada, conseguiram impedir que houvesse a redução salarial no Plano de Carreira, mas a luta continua contra a incorporação a conta-gotas e em favor da extensão do Plano de Carreira aos profissionais de 40 horas semanais.
Partido Comunista Brasileiro
Comitê Regional do RJ
Setembro de 2009
“MINHA CASA” É A RECONCILIAÇÃO ENTRE CAPITAL E TRABALHO, AFIRMA LULA
têm deixado cada vez mais claro o projeto do governo Lula de um "capitalismo
popular" para o Brasil, sem que dele façam parte as reformas condizentes com
o seu antigo "programa democrático-popular" , incluindo aí a Reforma Urbana.
A promoção da "casa popular" é apresentada como grande saída, não apenas
para a crise econômica como também para os problemas do país, justamente
por ser uma solução de unidade de interesses, dissociada da transformação
social efetiva.
divergentes, evidenciando- se a oposição entre o direito dos trabalhadores à
cidade e o ganho rentista do capital, entre o interesse público de planejar
cidades habitáveis e a irracionalidade do laissez-faireimobiliário.
progressiva e urbanização compulsória de imóveis que não cumprem a função
social, requisição pública de imóveis que sonegam impostos, política de
estoque de terras, combate aos despejos, investimentos em transportes
coletivos em detrimento do individual etc. Mas em um programa focado
exclusivamente na construção de casas não há conflitos, pois os interesses do
capital e do trabalho parecem milagrosamente convergir.
da Construção (ENIC), no Rio de Janeiro, pôde tratar os empresários como
"companheiros" e "meus queridos". E não era apenas seu velho cacoete, pois
Lula fez questão de explicar que "mudou muito" nestes anos para poder
"chamá-los (os empresários) de companheiros e não só o trabalhador, pois o
Brasil não é só construído pelos que produzem, mas também pelos que têm
capital para contratar". E completou, para surpresa da platéia, afirmando que
"em três ou quatro meses (os empresários da construção) irão disputar espaço
com os mais importantes artistas brasileiros, porque podem ser melhores do
que eles" para o povo brasileiro ao dar uma "contribuição inestimável para a
melhoria das suas condições de vida".
ocorre em clima de evento social. Os mediadores das mesas de "debate" são
da Rede Globo. O patrocínio é do próprio governo federal e da Caixa
Econômica, além de empresas do setor. Há presença garantida de políticos e
do primeiro escalão do governo, favorecendo o lobismo. O encontro termina
com jantar de gala no Copacabana Palace, o mais caro e luxuoso hotel do Rio
de Janeiro. Bem diferente dos encontros dos movimentos de luta por moradia,
posso garantir.
Lula, mas pelo objetivo comum da "casa própria", cuja ideologia compensatória
é o melhor elo da unidade entra capital e trabalho – pois beneficiaria ambos.
Para Lula, "a democratização do acesso à casa própria é um dos pilares da
reconciliação entre desenvolvimento econômico e inclusão social". Na "aliança
pela casa própria" não há interesses divergentes: forja-se um consenso
inexpugnável entre a necessária lucratividade dos capitais, os ganhos eleitorais
dos políticos e o benefício social dos atendidos pelo programa. Heureca!
A reconciliação se estendeu não apenas ao empresariado, mas também ao
regime militar, lembrado por Lula como último grande momento do
desenvolvimento brasileiro, ao qual ele afirma "dar continuidade" por meio do
PAC, do Pré-Sal e do pacote habitacional. Estamos vivendo um "salto do
financiamento imobiliário capitaneado pelos bancos públicos como não ocorria
há 20 anos, desde o BNH", disse Lula. A Caixa Econômica Federal atingiu
volume recorde de empréstimos em habitação em 2009 e bateu o recorde
anterior, do governo Figueiredo, em 1982. A atual injeção de 34 bilhões de
reais de recursos públicos na construção civil irá "imprimir velocidade ao motor
do desenvolvimento que patinava desde a crise do BNH".
desafio que fiz a mim mesmo" –, Lula deixou claro que a iniciativa do programa
foi pessoal, ao invés de se tratar de uma política de Estado. "Eu disse a Dilma
e Guido para conversarem com os empresários", afirmou, desprezando a
existência de um Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social – primeira
lei de iniciativa popular aprovada desde a Constituição de 1988, com 1,2
milhões de assinaturas –, do próprio Ministério das Cidades, feito de seu
primeiro mandato, com seus conselhos e fundos vinculados, além do recém
aprovado Plano Nacional de Habitação. Para Lula a conversa é direta, do
presidente com o empresariado, e admite poucos intermediários, de
preferência que não atrapalhem com "fiscalização, problema ambiental,
Ministério Público" etc. É uma forma de concentrar em si o capital político da
operação e personalizar uma iniciativa que deveria ser parte de uma política
consistente de Estado e duradoura no tempo.
cobrar dos empresários que façam a sua parte: "dinheiro está disponível, temos
gente que quer casa, o que é que está faltando?" Segundo ele, o problema dos
empresários "não é mais de dinheiro, é que não estavam preparados para
comer um prato cheio, só de grão em grão", ironiza. O presidente operário
cobra dos capitalistas que sejam mais capitalistas.
meta até o momento – uma incoerência com o fato de que "o programa foi
criado para enfrentar parte da crise internacional" . O que revela, na verdade,
como o pacote é inócuo enquanto política anticíclica. A crise serviu, isto sim,
como álibi para que o governo privatizasse a política habitacional e injetasse
fundos públicos no setor imobiliário e da construção – não por acaso o que
mais patrocina campanhas e caixas de políticos –, com vistas à sucessão de
2010.
"construir casa a dar com pau" – é reflexo do entendimento que o pacote e
empresários têm da habitação, como uma mercadoria qualquer. Isto é, não se
trata de produzir cidades melhores, mais justas e integradas, mas de fazer
unidades habitacionais como se monta geladeiras ou automóveis. A moradia
entendida por esse viés, no qual se privilegiam quantidades (o que mais
interessa a empresários e políticos) ao invés de qualidades, e desconsidera- se
o processo complexo de fazer cidades, irá promover desastres urbanos e
sociais, como se viu no México, Chile e África do Sul, que adotaram o mesmo
modelo recentemente.
ocorrido dias antes na zona sul de São Paulo, da ocupação Olga Benário, e
que fora primeira página dos principais jornais do país. Duas mil famílias foram
postas na rua e tiveram seus bens queimados numa reintegração de posse
violenta de uma área que estava vazia há décadas e inadimplente em relação
aos impostos municipais. Problema de moradia? Sem dúvida, e dos mais
eloqüentes. E onde está a sensibilidade social do presidente?
trabalho está muito distante do que poderia ser uma verdadeira política de
transformação das cidades brasileiras, para que deixem de ser a expressão
mais cabal de uma sociedade desigualitária e espoliadora. A reconciliação
pressupõe encobrir a própria existência do conflito e de perdedores – pois,
afinal, na promoção da casa própria o interesse de todos aparece como sendo
igual, e todos ganham. Deixemos a Reforma Urbana pra lá.
cidadão de segunda classe". E antecipou o próximo pacote para beneficiar o
setor da construção, para delírio dos empresários: "temos que preparar o
projeto de mobilidade urbana para as cidades da Copa do Mundo". E provoca
uma última vez, como líder operário que sabe defender melhor os interesses do
capital do que os próprios capitalistas: "vocês também tem que mudar de
patamar e não apenas eu".