| por KKE A guerra que as forças da OTAN desencadearam contra a Líbia intensificou-se nas últimas horas com um banho de sangue que é o resultado de massacres em massa, em particular de civis em Tripoli e noutras cidades. A máquina de guerra da OTAN, dos Estados Unidos e da União Europeia, com seus bombardeamentos e suas intervenções no conflito, determina o curso das operações militares e tem portanto a responsabilidade pelos crimes bárbaros cometidos contra o povo líbio. As pseudo forças de oposição ao regime, que são dirigidas por antigos companheiros de Kadafi, prosseguem e executam um projecto insensato.
Mais uma vez, podemos constatar toda a hipocrisia, cinismo e barbárie dos governos dos Estados Unidos e da União Europeia, assim como o papel das agências de notícias internacionais, que mantêm o silêncio, dissimulam certas coisas e participam da propaganda imperialista. O objectivo da guerra não era Kadafi, aliado dos imperialistas, mas o controle total do petróleo e do gás natural da Líbia, o reforço da sua presença na África do Norte e no Médio Oriente em detrimento dos seus concorrentes. A posição do governo grego – assim como a da direita (ND) que o apoia – segundo a qual seu envolvimento é limitado à protecção dos civis e à chamada ajuda humanitária é ao mesmo tempo falsa e perigosa. O governo é cúmplice dos crimes que são cometidos na Líbia pois apoiou e contribuiu de modo importante para o desenrolar da guerra tanto pela disponibilização da base militar em Suda como de forças militares. As forças oportunistas revelam-se mais uma vez quando saúdam a "vitória" das forças de oposição ao regime, ou seja, a vitória da OTAN, e falam de uma "nova página que se abre na Líbia". O povo grego deve aprender a verdade sobre os acontecimentos na Líbia, rejeitar a propaganda imperialista e condenar o envolvimento do país nas guerras imperialistas. Os perigos para a paz, os direitos soberanos e o risco do envolvimento do país numa guerra mais generalizada não cessam de aumentar. As rivalidades imperialistas e as agressões na região em torno dos recursos energéticos e das vias de abastecimento não cessam de se agravar. A retirada do país das organizações imperialistas é a única resposta e uma contribuição decisiva para a luta comum dos povos da região contra a barbárie imperialista. 25/Agosto/2011
A versão em francês encontra-se em solidarite-internationale-pcf.over-blog.net/... Este comunicado encontra-se em http://resistir.info/ . |
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Partido Comunista Brasileiro – Fundado em 25 de Março de 1922
Vivemos em um mundo de abundância. Hoje se produz comida para 12 bilhões de pessoas, segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), quando no planeta habitam 7 bilhões. Comida existe. Então, por que uma em cada sete pessoas no mundo passa fome?
A fome não é uma fatalidade inevitável que afeta determinados países. As causas da fome são políticas. Quem controla os recursos naturais (terra, água, sementes) que permitem a produção de comida? A quem beneficiam as políticas agrícolas e alimentares? Hoje, os alimentos se converteram em uma mercadoria e sua função principal, alimentar-nos, ficou em segundo plano.
Asim mesmo, há que se recordar que a Somália, apesar das secas recorrentes, foi um país autossuficiente na produção de alimentos até o final dos anos 1970. Sua soberania alimentar foi arrebatada em décadas posteriores. A partir dos anos 1980, as políticas impostas pelo Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial para que o país pagasse sua dívida com o Clube de Paris forçaram a aplicação de um conjunto de medidas de ajuste.
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A partir deste momento o hotel Rixos está cercado. Toda a gente veste colete anti-balas e capacetes. Ouve-se atirar em todos os sentido em torno do hotel.
